TRI América do Sul

Ensaios de Geossintéticos

Os laboratórios de ensaios de geossintéticos independentes e o sistema de governança de garantia de qualidade do TRI são acreditados por diversas autoridades, incluindo a Organização Internacional de Padronização (ISO/IEC 17025 pela A2LA – Certificado 5132.01) e o Instituto de Acreditação de Geossintéticos (GAI), responsável pela acreditação GAI-LAP e parte do Instituto de Geossintéticos GSI.

O TRI tem orgulho de ser o primeiro laboratório de ensaios a alcançar a acreditação GAI-LAP e detém a acreditação mais abrangente do mundo. Com mais de três décadas de experiência, o TRI conquistou uma reputação superior como uma infraestrutura de pesquisa e ensaios de alta qualidade internacionalmente reconhecida. Nossa equipe participa ativamente dos comitês de norma da ASTM D35 e ISO TC 221 para ensaios de geossintéticos, garantindo operar com sistemas do estado-da-arte e mais atualizados de ensaios e procedimentos operacionais padrão de última geração para todos os trabalhos.

Ensaios de Geossintéticos e Recursos

O TRI é um laboratório global de ensaios de geossintéticos completo, certificado GAI-LAP e não afiliado a nenhuma outra empresa de engenharia/projeto, fabricação, instalação ou distribuição. Por mais de 30 anos, o TRI é conhecido por sua ampla gama de capacidade de ensaios, excelente gestão de projetos e serviço. Entendemos a importância de cumprir os cronogramas de instalação/construção e estamos comprometidos em ajudar nossos clientes a manter seus prazos.

Ensaios para Dimensionamento de Projetos / Ensaios de Desempenho

Os laboratórios de ensaios de resistência ao cisalhamento de interface de geossintéticos do TRI possuem equipamentos de última geração e de grandes dimensões. Temos a maior capacidade do mercado para atender grandes programas de ensaios de interface em intervalo de tempo que o seu projeto precisa. Nossa capacidade de carga varia de 2 a 1.900 kPa).

Nossos equipamentos para pequenas cargas (confinamento) fabricadas internamente oferecem aos nossos clientes ensaios mais precisos e repetibilidade dos resultados de resistência ao cisalhamento de interface sob condições de instalações de cobertura e cargas de construção (2-50 kPa). Pesquisas contínuas em processos de hidratação e adensamento, sistemas de garra e fixação de GCL garantem que o TRI seja líder do setor em ensaios de resistência ao cisalhamento de interface.

O TRI realiza ensaios de Resistência de Interface/Cisalhamento Direto para investigar a estabilidade de taludes nos seguintes cenários:

  • Interfaces geossintético-geossintético
  • Interfaces solo-geossintético
  • interfaces internas de cisalhamento GCL e interfaces com GCL
  • Resistência ao cisalhamento do solo em grande escala
  • Fluência de longo prazo na interface
  • Ensaio de carga constante ou deformação constante
NORMAS RELEVANTES
ASTM D5321 Resistência ao Cisalhamento de Interface / Cisalhamento Direto
ISO 12957 Resistência ao Cisalhamento de Interface / Cisalhamento Direto
ASTM D6243 Resistência Interna ao de GCL / Resistência ao Cisalhamento de Interface com GCL

O TRI realiza ensaios de transmissividade de desempenho de situações de projeto (100 horas de duração) que simulam a seção transversal com os materiais em cima e embaixo do Geocomposto Drenante, que podem interferir com a intrusão no núcleo de georrede e, consequentemente reduzir a capacidade de transmissividade/fluxo de drenagem durante a vida útil da obra. Dependendo dos materiais envolvidos, é comum ocorrer a diminuição da capacidade de transmissividade/fluxo de drenagem do geocomposto drenante em uma ou mais ordens de magnitude. Estes ensaios são recomendados para projeto pela Recomendação GRI-GC8.

O TRI realiza ensaios de compressão para medir deformações normais ao plano de geocomposto drenante, georrede e outros geossintéticos:

  • Resistência à compressão de curto e longo prazo de geocompostos drenantes, georredes e drenos verticais de geossintéticos
  • Resistência à compressão de curto e longo prazo de sistemas de barreiras com geossintéticos
  • Medições de deformação em sistemas de barreiras com geossintéticos
  • Fluência de compressão via ensaio pelo Método SIM (Stepped Isothermal Method) desenvolvido pelo TRI
  • Fluência por compressão tradicional e via superposição tempo-temperatura (STT ou TTS na sigla em inglês) convencional

 

O TRI também realiza ensaios de fluência/ruptura por tração para caracterização de geossintéticos de reforço:

  • Ensaio de deformação por fluência
  • Ensaio de ruptura por fluência
  • Desenvolvimento (ensaios e cálculo) de Fator de Redução por fluência (RFCR)
  • Fluência à Tração e Ruptura por Fluência via ensaio pelo Método SIM (Stepped Isothermal Method) desenvolvido pelo TRI
  • Fluência à Tração e Ruptura por Fluência tradicional e via superposição tempo-temperatura (STT ou TTS na sigla em inglês) convencional
NORMAS RELEVANTES
ASTM D2990 Ensaio de Ruptura por Fluência e Fluência por Tração, Compressão e Flexão de Plásticos
ASTM D4716 Ensaio de Vazão de Fluxo e Transmissividade Hidráulica com Carga Constante”. O ensaio de desempenho de 100 ou mais horas de adensamento está incluído nesta.
ASTM D5262 Ensaio de Ruptura por Fluência e Fluência
ASTM D6364 Comportamento de Compressão de Curto Prazo dos Geossintéticos
ASTM D6992 Ensaio de Fluência Acelerada à Tração e Ruptura por Fluência de Geossintéticos Baseado na Superposição Tempo-Temperatura Utilizando o Método SIM (Stepped Isothermal Method)
ASTM D7361 Ensaio de Fluência Acelerada à Compressão de Geossintéticos Baseado na Superposição Tempo-Temperatura Utilizando o Método SIM (Stepped Isothermal Method)
ASTM D7406 Deformação dependente do tempo (fluência) sob pressão constante para produtos de drenagem geossintéticos
GRI-GS10 Ensaio de Fluência Acelerada e Ruptura por Fluência via Método SIM (Stepped Isothermal Method)
ISO 13431 Ensaio de Fluência e Ruptura por Fluência
ISO 25619-1 Determinação do comportamento à compressão — Parte 1: Propriedades de fluência à compressão
ISO 25619-2 Determinação do comportamento à compressão — Parte 2: Determinação da fluência à compressão de Curto-Prazo
ISO/TR 20432 Diretrizes para a determinação da resistência a longo prazo dos geossintéticos para reforço do solo

A durabilidade de geossintéticos e sistemas geossintéticos é frequentemente medida para garantir desempenho a longo prazo. O TRI é líder mundial em ensaios de durabilidade e oferece grande capacidade para atender às necessidades regulatórias ou de desenvolvimento de produtos. O TRI responde tanto a preocupações ambientais quanto preocupações de durabilidade à carga/construção por meio de ensaios em grande escala e de bancada de geossintéticos e seus materiais componentes. Alguns dos serviços de ensaios de durabilidade e normas relevantes estão listados abaixo.

NORMAS RELEVANTES
ASTM D4886 Resistência à abrasão
ISO 13427 Resistência à abrasão
LA City L137 Certificação de Barreiras de Metano da Cidade de Los Angeles (TRI-CA)
LA City L021 Certificação em Impermeabilização da Cidade de Los Angeles (TRI-CA)
Método EPA 9090A Resistência Química – EPA
ASTM D5496 Resistência Química – Imersão de Campo
ASTM D6141 Resistência Química – Argila GCL
ASTM D6213 Resistência Química – Geogrelhas
ASTM D5747 Resistência Química – Geomembranas
ASTM D6388 Resistência Química – Georredes / Geonets
Procedimento TRI Resistência Química – Geopipe
ASTM D6389 Resistência Química – Geotêxteis
ASTM D5322 Resistência Química – Imersão em Laboratório
ASTM D3895 Tempo de Indução Oxidativa (OIT)
ASTM D5885 Tempo de Indução Oxidativa de Alta Pressão (HPOIT)
ASTM D7409 Hidrólise – Determinação de Final de Grupo Carboxilo (CEG)
GRI GG8 Hidrólise – Peso Molecular (MW)
EN 12447 Resistência à hidrólise
ASTM D5818 Danos de Instalação
ISO/TR 10722, ISO 13437 Danos de Instalação
ASTM D5262, ASTM D6992, GRI GS10 Ruptura por Fluência e Fluência a Longo-Prazo
ISO 13431, ISO/TR 20432 Fluência/Ruptura por Estresse de Longo Prazo
ASTM D5721 Resistência à oxidação
ISO/TR 13438 Resistência à oxidação
ASTM D1204/Extração Perda de Plastificante e/ou Porcentagem de Plastificante
EN 14030 Resistência a Líquidos
ISO/TR 12960 Resistência a Líquidos
ASTM G160 Resistência a Exposição Biológica em Solo
EN 12225 Resistência a Exposição Biológica em Solo
ASTM D5397 Resistência ao Fissuramento Sob Tensão – Transição (Curva Completa de Resistência ao “Stress Crack”)
ASTM D5397, Apêndice Resistência ao Fissuramento Sob Tensão Ponto Único (Resistência ao “Stress Crack” ponto único)
ASTM D7238 Resistência a Exposição - Lâmpada Fluorescente
ISO 4892-3 Resistência a Exposição - Lâmpada Fluorescente
ASTM D4355 Resistência a Exposição UV - Lâmpada de Arco-Xenônio
ISO 4892-2 Resistência a Exposição UV - Lâmpada de Arco-Xenônio
ASTM D5970 Resistência a Exposição UV – Exposição ao Ar Livre

O TRI executa ensaios de avaliação de Potencial de Colmatação para aplicações de longo prazo

  • Razão de Gradiente (“gradiente ratio”)
  • Condutividade Hidráulica de Longo Prazo
  • Fluxo Residual de Longo Prazo
NORMAS RELEVANTES
ASTM D1987 Colmatação Biológica de Geotêxtil e Filtros Geotêxtil/Solo
ASTM D5101 Potencial de Colmatação Solo/Geotêxtil pela Razão de Gradiente
ASTM D5141 Eficiência de Filtragem de Barreira contra Silte (“Silt Fence”) e Taxa de Fluxo
ASTM D5493 Permitividade sob Carga
ASTM D5567 Razão de condutividade hidráulica (HCR) de sistemas solo/geotêxtil

Ensaios Para Fiscalização de Qualidade / Conformidade (MQC/MQA e CQA)

Durante a instalação de geomembranas, a maioria dos planos de CQA (planos de qualidade de instalação da obra) inclui ensaios de soldas destrutivas por terceiros para garantir a qualidade das soldas. Amostras de PEAD ou PEBDL que forem recebidas no laboratório até o meio-dia serão reportadas no mesmo dia por e-mail. Outros tipos de soldas de material podem ser ensaiadas, mas podem não ser reportadas no mesmo dia devido a requisitos especiais de acondicionamento. O TRI também oferece capacidade de análise forense de soldas para auxiliar o projeto caso e quando surgirem problemas com soldas sujas ou soldas marcadas por aquecimento excessivo ou insuficiente, mau alinhamento, etc. Podemos usar micrótomos e fotografias de observações para ajudar os clientes a responder adequadamente a qualquer questão de garantia de qualidade.

NORMAS RELEVANTES
ASTM D6392 Resistência ao Descolamento e Cisalhamento - Geomembrana não Reforçada
ASTM D751 Resistência ao Cisalhamento – Geomembrana Reforçada
ASTM D413 Resistência ao Descolamento – Geomembrana Reforçada
ASTM D6214 Resistência ao Descolamento e Cisalhamento – Soldas Químicas
ASTM D7272 Resistência ao Descolamento e Cisalhamento – Soldas com Fitas (Geomembranas EPDM)
ASTM D7056 Resistência ao Cisalhamento – Geomembrana Bituminosa Pré-fabricada

Os equipamentos de ensaio que utilizados nas atividades do laboratório incluem:

  • Máquina Universal de Ensaios Instron Modelo 5889 de 600 kN de capacidade equipada com sistema de aquisição de dados “Smart-Data” Bluehill 2;
  • Máquina Universal de Ensaios Instron Modelo 5585 de 200 kN de capacidade equipada com sistema de aquisição de dados “Smart-Data” Bluehill 2;
  • Máquina Universal de Ensaios Instron Modelo 5583 de 150 kN de capacidade equipada com sistema de aquisição de dados “Smart-Data” Bluehill 2;
  • Máquina Universal de Ensaios Instron Modelo 5565 de 5 kN de capacidade equipada com sistema de aquisição de dados “Smart-Data” Bluehill 2 com suporte e acessórios para testagem de diversificados tipos de materiais;
  • Máquina Universal de Ensaios Servo-Hidráulica Instron de 100 kN de capacidade com vários extensômetros de montagem direta;
  • Três (3) Máquinas Universal de Ensaios de 5 estações com células de carga de 4,5 kN de capacidade equipadas com programa de aquisição de dados para testagem de múltiplos corpos-de-prova simultaneamente;
  • Células de carga e instrumentação para os as máquinas universais de ensaio acima, com capacidade de medir de 4,5 N a 450 kN em tração ou compressão;
  • Medidores de dureza com durômetro;
  • Aparelho de Microtomo de corte de precisão no preparo de corpos de prova;
  • Medidor de Estouro Mullen Modelo A com capacidade de 17.200 kPa (2.500 psi);
  • Aparelho para ensaio de resistência hidrostática;
  • Equipamentos para ensaios de permitividade, 2 de gradiente constante e 2 de gradiente variável;
  • Sete (7) equipamentos de ensaio de transmissividade hidrostática;
  • Trinta e cinco (35) aparelhos de ensaio de condutividade hidráulica;
  • Equipamento de ensaio de curva de distribuição de tamanho de poros.

GEOMEMBRANA

GRI-GM13, GM17, GM42, GM30, GM22, GM25, GM38, FGI-1120

NORMAS RELEVANTES
ASTM D7466 Altura de Aspereza
ASTM D1603 Teor de Negro de Fumo
ASTM D4218 Teor de Negro de Fumo
ASTM D5596 Dispersão do Preto de Carbono
ASTM D696 Coeficiente de expansão térmica linear
ASTM D1505 Densidade
ASTM D792 Densidade/Gravidade Específica
ASTM D1204 Estabilidade dimensional
ASTM D751 Resistência hidrostática
ASTM D746 Fragilidade em baixa temperatura
ASTM D1790 Fragilidade em baixa temperatura
ASTM D2136 Fragilidade em baixa temperatura
ASTM D1238 Índice de Fluidez
ASTM D5323 Módulo Secante a 2%
ASTM D638 Módulo Secante a 2%
ASTM D638 Módulo – Tangente
ASTM D882 Módulo – Tangente
ASTM D3895 Tempo de Indução Oxidativa – Padrão (OIT)
ASTM D5885 Tempo de Indução Oxidativa – Alta Pressão (HPOIT)
ASTM D5721 Envelhecimento em estufa a 85 ºC
ASTM D2124 Peso Molecular de Plastificante
ASTM D6636 Aderência de Camadas
ASTM D4833 Resistência ao Puncionamento – Índice
ASTM D1004 Resistência ao Rasgo
ASTM D751 Resistência ao Rasgo – “Rasgo de Língua / Tongue Tear"
ASTM D5884 Resistência ao Rasgo – “Rasgo de Língua / Tongue Tear de Grande Escala"
ASTM D6693 Propriedades de Tração – Índice (gravatinha)
ASTM D882 Propriedades de Tração – Índice (Tira)
ASTM D412 Propriedades de Tração – Índice
ASTM D7004 Propriedades de Tração – Índice (Grab) para Geomembranas Reforçadas
ASTM D7003 Propriedades de Tração – Índice (Tira) para Geomembranas Reforçadas
ASTM D4885 Propriedades de Tração – Faixa-Larga
ASTM D5617 Propriedades de Tração – Multi-Axial
ASTM D5199 Espessura para Geomembranas Lisas
ASTM D5994 Espessura (núcleo) para Geomembranas Texturizadas
ASTM D1593 Espessura por Peso
ASTM D1203 Perdas Voláteis
ASTM D570 Absorção de Água
ASTM D1239 Extração de Água
ASTM E96 Transmissão de Vapor de Água

GCL / BARREIRA GEOSSINTÉTICA ARGILOSA

GRI-GCL3

NORMAS RELEVANTES
ASTM D5890 Índice de Inchamento – Bentonita
ASTM D5891 Perda de fluido – Bentonita
ASTM D6243 Resistência Interna ao Cisalhamento
ASTM D7626 Perda por Ignição / Carga de Tratamento Orgânico de Argila Organofílica
ASTM D5993 Massa por Unidade de Área a 0% Teor de Umidade -GCL e Bentonita
ASTM D5993 / D 2216 Teor de Umidade – Bentonita
ASTM D6496 Resistência ao Descolamento
ASTM D5887 Permeabilidade / Condutividade hidráulica / Fluxo
ASTM D6766 Permeabilidade com Líquido Potencialmente Incompatível
ASTM D6768 Propriedades de Tração
ASTM D4595 Propriedades de Tração – Faixa-Larga

GEOCOMPOSTO DRENANTE / GEORREDE

GRI-GN4

NORMAS RELEVANTES
ASTM D4218 Teor de Negro de Fumo
ASTM D1603 Teor de Negro de Fumo
ASTM D6364 Resistência à Compressão
ASTM D1505 Densidade
ASTM D4716 Transmissividade Hidráulica -Planar
ISO 12958 Transmissividade Hidráulica -Planar
ASTM D5261 Massa por Unidade de Área
ASTM D7005 Resistência ao Descolamento
ASTM D6241 Resistência ao Puncionamento -Sonda 50 mm (CBR)
ASTM D7179 Propriedades de Tração – Tira
ASTM D4595 Propriedades de Tração – Faixa-Larga
ASTM D5199 Espessura

GEOTÊXTIL

Geotubos / Tubos Geotêxteis / Fôrmas Têxteis para desidratação / desaguamento ou proteção costeira e GRI-GT10, GT12, GT13 e GT16.

NORMAS RELEVANTES
ASTM D4886 Resistência à Abrasão
ASTM D4751 Abertura de Filtração Aparente (AOS)
ASTM D5101 Razão de Gradiente
ASTM D4716 Transmissividade Hidráulica – Planar
ISO 12958 Transmissividade Hidráulica – Planar
ASTM D6574 Transmissividade Hidráulica – Radial
ASTM D5261 Massa por Unidade de Área
ISO 9864 Massa por Unidade de Área
ASTM D3786 Resistência ao Estouro Mullen
ASTM D4491 Permeabilidade / Permissividade
ISO 11058 Permeabilidade
ASTM D5493 Permissividade sob Carga
ASTM D6767 Curva Característica de Tamanho de Poros por Fluxo Capilar
ASTM D4833 Resistência ao Puncionamento -Índice
ASTM D6241 Resistência ao Puncionamento -Sonda 50 mm (CBR)
ISO 12236 Resistência ao Puncionamento -Sonda 50 mm (CBR)
ASTM D4884 Resistência de Solda / Costura
ASTM D4632 Propriedades de Tração - Grab
ISO 13934-2 Propriedades de Tração - Grab
ASTM D5035 Propriedades de Tração – Tira
ISO 13934-1 Propriedades de Tração – Tira
ASTM D4595 Propriedades de Tração - Faixa-Larga
ASTM D5199 Espessura
ISO 9863 Espessura
ASTM D4533 Resistência ao Rasgo Trapezoidal
ASTM D4603 Viscosidade Intrínseca de PET
GEOGRELHA
NORMAS RELEVANTES
ASTM D4218 Teor de Negro de Fumo
ASTM D1603 Teor de Negro de Fumo
ASTM D7409 Determinação de Final de Grupo Carboxilo (CEG)
ASTM D1505 Densidade
ASTM D7737 Resistência de Junções
GRI GG2 Resistência de Junções
GRI GG8 Determinação de Peso Molecular
ASTM D1388 /
ASTM D7748
Rigidez / Flexibilidade
ASTM D6637 Propriedades de Tração - Elemento
ASTM D6637 Propriedades de Tração - Elementos Múltiplos / Faixa-Larga
ISO 10319 Propriedades de Tração - Elementos Múltiplos / Faixa-Larga
ASTM D4603 Viscosidade Intrínseca de PET
OUTROS GEOSSINTÉTICOS (GEOCÉLULA; GEODRENO; GEOMEMBRANA BETUMINOSA E DE OUTROS POLÍMEROS; E OUTROS)

Para Montagem de Ficha Técnica (Fabricantes)

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit. Quisque faucibus ex sapien vitae pellentesque sem placerat. In id cursus mi pretium tellus duis convallis. Tempus leo eu aenean sed diam urna tempor. Pulvinar vivamus fringilla lacus nec metus bibendum egestas. Iaculis massa nisl malesuada lacinia integer nunc posuere. Ut hendrerit semper vel class aptent taciti sociosqu. Ad litora torquent per conubia nostra inceptos himenaeos.

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit. Quisque faucibus ex sapien vitae pellentesque sem placerat. In id cursus mi pretium tellus duis convallis. Tempus leo eu aenean sed diam urna tempor. Pulvinar vivamus fringilla lacus nec metus bibendum egestas. Iaculis massa nisl malesuada lacinia integer nunc posuere. Ut hendrerit semper vel class aptent taciti sociosqu. Ad litora torquent per conubia nostra inceptos himenaeos.

Produtos de reforço geossintético de alta resistência são frequentemente especificados e é importante confirmar a alta resistência característica desses produtos. O TRI é o laboratório de mais alta qualidade nesse aspecto, pois empregamos uma variedade de grampos de teste de tensão e sistemas de medição de última geração. Incluído neste inventário de tecnologias de teste de tensão responsiva está o uso de grampos “inteligentes”, capazes de ajustar a pressão de aderência com base na resistência de tensão medida. Essas grampos se ajustam durante os testes para maximizar a pressão de aderência sem danificar o material testado. Trabalhando em conjunto com extensometria sem contato para medição de deformação, o TRI consegue testar os materiais geossintéticos mais resistentes do mundo. O TRI também testa fios e fitas componentes de alta resistência, além de costuras geossintéticas de alta resistência e costuras mecânicas.

NORMAS RELEVANTES
ASTM D4884 Resistência das costuras costuradas ou coladas de geotêxteis
ASTM D4885 Resistência ao desempenho das geomembranas - Método de Tração em Tiras Largas
ASTM D4595 Propriedades à tração dos geotêxteis - Método de Tira de Largura Larga
ASTM D6637 Propriedades de Tração de Georedes - Método de Tração de Nervura Simples ou Multi-Nervuras
ISO 10319 Geotêxteis — Teste de tração de largura larga

O TRI realiza testes de reforço de base de estradas e asfalto para caracterizar o desempenho aprimorado de sistemas geossintéticos em relação a sistemas tradicionais não geossintéticos.

  • Carga estática e dinâmica em escala de banco de estruturas de base de estradas reforçadas
  • Carga estática e dinâmica em escala de banco de estruturas de asfalto reforçado
  • Teste de retenção de asfalto
  • Testes de confinamento de reforço geossintético em percursos de base rodoviária
NORMAS RELEVANTES
ASTM D6140 Retenção de Asfalto Geotêxtil
TxDOT 3099 Retenção de Asfalto Geotêxtil
Determinação do Fator de Confinamento Procedimento TRI
Relação de Benefícios de Fadiga do Asfalto Procedimento TRI
Tráfico em Grande Escala Procedimento TRI

O TRI realiza serviços de teste de danos na instalação para caracterizar os danos de construção causados a um geossintético como função da instalação. O TRI adotou um método conveniente para aplicar danos de instalação aos geossintéticos, permitindo a exumação das amostras de teste evitando danos não intencionais. O método foi desenvolvido e relatado por Watts e Brady (1994), do Laboratório de Pesquisa em Transportes do Reino Unido. O TRI utiliza esse procedimento modificado para geralmente estar em conformidade com os requisitos da ASTM D5818.

As seguintes medições de controle de qualidade da construção são seguidas durante a exposição:

  • Análises em peneira, assim como análises de densidade de Proctor e limites de Attenberg, conforme aplicável, são realizadas em cada solo/agregado
  • As medições de espessura de elevação são feitas após compactação do solo/agregado
  • Medições de umidade e densidade são feitas em cada elevação usando um medidor de densidade nuclear para confirmar que densidades >90% do Proctor modificado (conforme ASTM D1557) estavam sendo alcançadas
  • Cada geossintético é exposto a solos/agregados escolhidos pelo cliente a partir de uma variedade de estoques mantidos pelo TRI disponíveis, com diferentes gradações e representando areias de grão fino até grandes cascalhos angulares. Curvas detalhadas de distribuição do tamanho das partículas e imagens estão disponíveis para análise
NORMAS RELEVANTES
ASTM D5818 Exposição e recuperação de amostras para avaliar danos de instalação de geossintéticos
ISO/TR 10722 Procedimento para simular danos durante a instalação
ISO 13437 Método para instalação e extração de amostras no solo e teste de amostras em laboratório

O TRI realiza serviços de testes de conexão e recuo para apoiar o projeto de paredes e encostas reforçadas com geossintética.

  • Conexão e teste de cisalhamento do BLOCO de Alvenaria
  • Teste de deformação constante ou carga constante
  • Ceep/ruptura por estresse na conexão
  • RFCR de conexões mecânicas e de atrito
NORMAS RELEVANTES
ISO 13430 Ancoragem (Resistência de Puxão)
ASTM D6638 Resistência de Conexão de Armadura Geossintética e Unidades de Concreto Segmentado
ASTM D6706 Resistência à retirada geossintética no solo

Estudos Forenses

O TRI possui ampla capacidade de avaliar as propriedades microestruturais de materiais geossintéticos. Essa capacidade, em conjunto com nossa capacidade de testes de desempenho, é frequentemente empregada para investigar a causa de problemas nas camadas geossintéticas ou falhas de materiais geossintéticos. A equipe técnica sênior traz sua experiência para enfrentar desafios técnicos específicos encontrados com a instalação de materiais geossintéticos. Investigação forense também é necessária quando materiais novos e/ou desconhecidos são avaliados, ou quando falhas prematuras ocorreram em campo. O TRI emprega uma variedade de equipamentos para apoiar avaliações forenses, incluindo um sistema completo de testes de análise termática DuPont (TGA, DSC, DMA, TMA), bem como equipamentos analíticos (FTIR, GC/GCMS).

Ph.D., Eng. Diretor e Engenheiro Responsável - TRI Ambiental
Julio A. Zambrano Ferreira
Julio A. Zambrano Ferreira é o Diretor de Operações Sul-Americanas do TRI Ambiental e o engenheiro responsável. Julio é Engenheiro Geotécnico especialista em Geossintéticos com experiência profissional nos EUA e no Brasil, com Doutorado na Universidade do Texas em Austin (UT-Austin, 2013) e Mestrado em Geotecnia (2007) e Graduação em Eng. Civil (2004) no Brasil na Universidade de São Paulo São Carlos (USP São Carlos)
Presidente - Grupo TRI Environmental
Sam Allen
Presidente da Sociedade Internacional de Geossintéticos
Sam iniciou sua carreira na área de testes geotécnicos e de materiais de construção e ampliou o escopo de seu envolvimento em engenharia ambiental para incluir a tecnologia de geossintéticos, com especialização em operações de testes laboratoriais.
Ph.D., P.E. Diretor Executivo - TRI Environmental Matriz
Jeffrey Kuhn
Jeffrey A. Kuhn atua como Diretor Executivo do TRI Environmental Group. Ele possui bacharelado em engenharia civil pela Universidade de Maryland (2003) e doutorado pela Universidade do Texas em Austin (2010).